quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Deixamos nossas praticas se corromper pelo mundo.


Tarde te amei, ó beleza tão antiga é tão nova! Tarde demais eu te amei! Eis que habitavas dentro de mim e eu te procurava do lado de fora! Eu, disforme, lançava-me sobre as belas formas de tuas criaturas. Estavas comigo. Retinham-me longe de ti e de tuas criaturas, que não existiriam se em ti não existissem. Tu me chamaste, e teu grito rompeu a minha surdez. Fulguraste e brilhaste e tua luz afugentou a minha cegueira. Espargiste tua fragrância e, respirando-a, suspirei por ti. Eu te saboreei, e agora tenho fome e sede de ti. Tu me tocaste, e agora estou ardendo no desejo de tua paz”. (Confissões, 27)

Desejar Deus! Ate que ponto minha alma anseia por ti? Ate que ponto minha existência diz que só Deus é a felicidade, que nada nem ninguém se compara a Deus?ate que ponto isso deixa de ser poesia e passa a ser um desejo verdadeiro do meu coração? A maior característica dos santos é o verdadeiro desejo de Deus. Desejo que faz todo resto ser secundário. É precisamos pedir a Deus o desejo de se encanta novamente pela santidade. Nosso discurso é a santidade mas muitas vezes deixamos nossas praticas se corromper pelo mundo.

Santo Agostinho define a oração como expressão do desejo de Deus e afirma que Deus responde alargando a ele nosso coração. Nos devemos purifica nossos desejos e nos abri ao desejo de Deus.

( resumo de uma pregação de Moysés Azevedo)

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